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O golpe que viveremos nas próximas semanas

24/09/2026 · 2 min de leitura

O golpe que viveremos nas próximas semanas deveria ter acontecido em 2016, mas Villas Bôas não deixou. De lá para cá, o Exército foi corroído, e hoje o PT e Moraes têm tudo na mão.


Só para lembrar vocês:

O golpe que viveremos nas próximas semanas deveria ter acontecido em 2016, mas o general Eduardo Villas Bôas não deixou.

De lá para cá, o que aconteceu com o Exército?

Generais ligados a Alexandre de Moraes, não só frouxos, mas corruptos, a queda brutal de financiamento e o expurgo interno de militares que apoiaram Bolsonaro.

Hoje o PT (e Moraes) tem tudo na mão para seguir com o golpe:

A imprensa vai adorar a narrativa de soberania e vai esquecer os escândalos em nome de uma “defesa da pátria” (assim como os Marinho sabem que, em caso de golpe, precisam estar do lado do golpe para não sofrer represálias).

O Exército, corrompido, imoral e destruído, será usado apenas para conter alguma revolta popular (que dificilmente acontecerá, pois o povo já está completamente de joelhos, humilhado e encurralado).

Os esquerdistas americanos irão adorar, já que terão mais uma acusação para fazer contra Trump pouco antes das Midterms (e o americano odeia a ideia de o presidente estar mais preocupado com eleições em outros países do que com o preço da carne dentro dos EUA).

Boa parte do povo brasileiro irá aplaudir, e o discurso do “não somos vira-latas” irá ecoar entre os acéfalos dos DCEs e dos bailes funk, criando uma falsa sensação de força (acompanhada por medidas populistas que irão criar a impressão de leve melhoria da economia).

O STF… Bom, o STF foi montado para isso que viveremos nas próximas semanas, e a única vírgula ali é o Mendonça. Sozinho. Coitado.

E, se após o golpe (que terá apoio de todos esses setores) os EUA decidirem de fato agir, eles usarão essas ações como prova de que os EUA estavam interferindo nas eleições.

É um superargumento. A consequência de um ato causa a própria motivação para tal ato.

E aí eu pergunto, para a turma do “deixa disso” e que está implorando para o povo não ir para a rua protestar: o que faremos?

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