As feministas fizeram de novo! Malia Nummerdor é a nova Lindsay Clancy.
26/09/2026 · 2 min de leitura
Na Flórida, uma mãe de dois é pega em vídeo tendo contato sexual com o pastor alemão da casa e sorri na foto de prisão. Como no caso Lindsay Clancy, o método se repete: apagam o ato, inflam o sofrimento dela, culpam o marido e chamam crime de afeto.

Na Flórida, uma mãe de duas crianças foi pega em vídeo tendo "relações" com o pastor alemão da família e sorriu na foto de prisão.
Em Massachusetts, outra mãe estrangulou os três filhos e virou símbolo de empoderamento feminino.
Tudo porque o feminismo saiu, sem pensar (redundância), em defesa de ambas.
Lindsay Clancy, em janeiro de 2023, mandou o marido sair, matou Cora (5), Dawson (3) e Callan (8 meses), cortou o pescoço e pulou da janela.
Não negou o ato e nunca pediu desculpas.
O feminismo veio ao seu resgate: psicose pós parto, hormônios, culpa das big pharma.
Houve vaquinha e mais preocupação com o diagnóstico dela do que com as três crianças mortas ou o trauma do marido.
Em setembro de 2026, em Punta Gorda (não confundir com o Alcolumbre), Malia Nummerdor, 38, mãe de dois, foi presa por manter "relações" com Ranger, o cão da família.
Seu marido Erik colocou câmeras para achar quem sumia com moedas de um pote e, ao revisar, achou a mulher nua da cintura para baixo, com o animal, brincando de pepet e mamãe.
Primeiro ela admitiu ser a pessoa do vídeo e que o cão era da casa. Disse apenas que acariciava o velho cachorro, sem maldade. As imagens desmentiam.
Hora de fichar a Petlover e ela acha uma boa ideia dar o maior sorriso de sua vida na hora da foto.
Saiu sob fiança de 35 mil dólares.
Suas amigas e grupos feministas logo começaram a narrativa: marido vingativo, armação, ela só fazia carinho (sendo que ninguém nunca viu essas imagens, somente os policiais que a prenderam e o marido).
Malia e seus advogados decidiram então mudar a versão e disse estar sendo vítima de chantagem, como as doidas do TikTok já estavam fazendo.
Então sim, o feminismo fez de novo.
O homem, vítima, vira algoz.
Ela vira perseguida.
O cachorro...dane-se o cachorro.
É o MESMO sistema de desculpa de Clancy.
Falam em depressão, pós parto, sofrimento, relacionamento abusivo, como se o rótulo apagasse a consequência dos atos dessas duas mulheres.
Depois o degrau da teoria de gênero delusional: "afeto sem espécie", "fronteira entre espécies é opressão", "melhor com cachorro do que com homem".
O feminismo passou décadas dissolvendo pai, marido e limite.
E a cada caso novo, um novo limite é testado, já que elas conseguiram quebrar todos os limites anteriores, a ponto de comemorarem o "direito" de matar seus filhos no ventre e viverem como meretrizes inconsequentes financiadas pela Estado.
Clancy matou sua própria cria e Nummerdor usou o animal que dormia na mesma casa que os filhos para satisfazer suas vontade sexuais.
Agora exigem chamar crime de afeto, denúncia de perseguição, um pastor alemão de objeto de amor, e ainda culpar o marido.
O feminismo sempre foi um câncer na sociedade, mas agora passou a ser um mix de demência histérica coletiva e o câncer que sempre foi.
Terminal.
