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Alexandre de Moraes nos colocou na panela e já passamos do ponto

02/09/2026 · 2 min de leitura

Trump colocou a Magnitsky em Moraes e esperou ruas que não vieram. Musk, Tagliaferro e Filipe Martins também. EUA, Espanha, Itália e Argentina recusaram pedidos de Moraes. Agora chegou a vez de André Mendonça. A narrativa do golpe de 2022 calou o povo. Débora, Clezão, Bolsonaro, censura, PF e imprensa. Somos o sapo na panela e já passamos do ponto.


Trump colocou a Magnitsky em Moraes e esperou apoio da população, com manifestações que nunca vieram.


Elon Musk enfrentou e expôs Alexandre de Moraes, viu o X ser banido no Brasil, viu multa contra quem usasse VPN e bloqueio da Starlink, esperando apoio da população brasileira, e nada.


Eduardo Tagliaferro colocou sua vida e família em perigo quando expôs as ilegalidades de Moraes, relatórios feitos depois e datas adulteradas para embasar operação da PF, esperando apoio popular, e nada.


Filipe Martins foi preso ilegalmente, com documento de entrada nos EUA que a justiça americana reconheceu como falso, diversos advogados, jornalistas e agora um juiz federal dos Estados Unidos expuseram o caso esperando apoio popular e nada.


A justiça dos EUA, Espanha, Itália e Argentina já rejeitaram pedidos de extradição feitos por Moraes, Carla Zambelli, Allan dos Santos, Oswaldo Eustáquio e outros, expondo a ilegalidade e a falta de

imparcialidade.


O povo? Nada.


O inquérito das fake news virou máquina permanente, o mesmo ministro investiga e julga, perfis caem, jornalista vira alvo, a imprensa grande chama isso de defesa da democracia.


O povo? Nada.


Toffoli relatou o Banco Master com empresa da família e o resort Tayayá ligados ao entorno de Vorcaro. A PF apontou mensagens e encontros de Vorcaro com Moraes e contratos com o escritório da mulher do ministro. A PGR pediu para arquivar. Gilmar, Dino e o núcleo do STF se fecharam. André Mendonça tirou o sigilo e mandou o plenário encarar.


Agora chegou a vez de André Mendonça.

E adivinha o que o povo vai fazer?


Entenderam agora a importância da narrativa do golpe de 2022?


Cada dia que a Débora do batom passa longe dos seus filhos, condenada a catorze anos por escrever com batom numa estátua, a morte de Clezão na Papuda com parecer da PGR pela soltura que não veio a tempo, milhares de inocentes presos e torturados, censura generalizada, assuntos proibidos, proibição de aglomeração em frente aos prédios públicos, ameaça de prisão do desembargador Sebastião Coelho, detido no STF depois de gritar no plenário, demissão do fotógrafo Alex Silva por ter registrado o imperador careca mostrando o dedo do meio para a população, e por fim a perseguição a Jair Bolsonaro, inelegível, condenado a vinte e sete anos, prisão ilegal, as evidentes manobras ilegais com a delação de Mauro Cid e a escolha por um corrupto imoral que estava preso para ser chefe máximo do executivo, o mesmo Supremo que desmontou a Lava Jato, tudo isso foi feito para que o povo perdesse qualquer vontade e coragem de ir às ruas.


Somos o sapo na panela e já passamos do ponto.

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