A propina de R$ 1 bilhão que a PF e a PGR não quiseram investigar
16/10/2026 · 1 min de leitura
Vorcaro descreveu na delação rejeitada como o grupo de Padilha cobrou 10% pra abrir os fundos de pensão das estatais ao Banco Master. A PF e a PGR, chefiadas por indicados de Lula, recusaram e nem investigaram.
Vorcaro detalhou em proposta de delação REJEITADA pela Turma do Macallan, o esquema para o Banco Master captar até R$ 10 bilhões de fundos de pensão de estatais (Petros, Previ, Postalis e da Caixa).
O grupo liderado por Alexandre Padilha, então ministro das Relações Institucionais de Lula, exigiu 10% de propina, o equivalente a R$ 1 bilhão, para entregar a chave dos cofres dos aposentados das estatais.
Operadores como Júlio Cezar e Olavo Noleto intermediavam reuniões no Planalto e tudo está devidamente registrado e Vorcaro ainda citou adiantamentos via contratos de fachada que se dispôs a provar com documentos e provas de transações.
A PF, sob Andrei Rodrigues (indicado por Lula e ex-segurança da campanha), e a PGR de Paulo Gonet (indicado e reconduzido por Lula) recusaram a colaboração por “falta de provas” e não aprofundaram os relatos, alegando que "se foi pago em dinheiro, não dá para investigar".
Esse é só mais um capítulo do mesmo roteiro que vemos desde 2002, quando a alma mais sebosa do Brasil chegou ao poder.
Fica nesse vídeo a minha homenagem em forma de rock emo.
Assista ao vídeo: https://x.com/CanalNaoEsqueco/status/2110472013441610071
